Por volta das quatro horas da madrugada de hoje (28), três presos fugiram da Cadeia Pública de Mossoró, região oeste do Estado. Até o momento, apenas um foi recapturado após ser baleado por um policial. Todos respondiam por assalto à mão armada.
Os presos serraram as grades da cela e um pergolado e, em seguida, escaparam pelo telhado. Os policiais que estavam na guarita chegaram a atirar contra o grupo, mas não evitaram a fuga.
Um dos fugitivos, Jackson Jácome, chegou a ser baleado e foi recapturado em uma comunidade próxima, conhecida como Riachinho. Devido aos ferimentos, o assaltante foi encaminhado ao Hospital Regional Tarcísio Maia. Ainda continuam foragidos Francisco Adriano Alves da Silva e Lindomberto Soares da Silva.
Fonte: TN Online
quarta-feira, 28 de maio de 2008
UFRN é a considerado o melhor ensino superior do NE
A Universidade Federal do Rio Grande do Norte é o primeiro lugar do Nordeste e o 18ª do Brasil, com relação à avaliação das condições de ensino, à auto-avaliação institucional e ao ENADE.
Esse resultado é baseado no ranking de excelência nacional das 90 Instituições de Ensino Superior (IES) do País, realizado pelo MEC, com base no Sistema Nacional de Avaliação da Educação Superior (Sinaes).
O Sinaes avalia todos os aspectos em torno do ensino, pesquisa, extensão, responsabilidade social, desempenho dos alunos, gestão da instituição, corpo docente, instalações e vários outros aspectos.
Fonte: TN Online
Esse resultado é baseado no ranking de excelência nacional das 90 Instituições de Ensino Superior (IES) do País, realizado pelo MEC, com base no Sistema Nacional de Avaliação da Educação Superior (Sinaes).
O Sinaes avalia todos os aspectos em torno do ensino, pesquisa, extensão, responsabilidade social, desempenho dos alunos, gestão da instituição, corpo docente, instalações e vários outros aspectos.
Fonte: TN Online
Municípios aumentam gastos em ano eleitoral e afetam superávit
Os municípios aumentaram seus gastos neste ano e reduziram sua contribuição para o superávit primário do setor público (economia para pagar juros e reduzir a dívida). O aumento de gastos das empresas estatais, em especial das federais, também afetou o resultado do superávit primário em abril.
Em abril, o setor público fez uma economia para pagar juros de R$ 18,7 bilhões, abaixo do resultado de R$ 23,46 bilhões no mesmo mês do ano passado. O governo central (Tesouro, Previdência e BC) fez um superávit de R$ 16,9 bilhões, e Estados e municípios, de R$ 2,5 bilhões.
Já as estatais apresentaram déficit de R$ 608 milhões, o pior resultado para meses de abril desde 2003. As federais foram as únicas deficitárias. Em 12 meses, as empresas federais fizeram um superávit de R$ 9,5 bilhões, o pior resultado desde dezembro de 2004.
Segundo o relatório mensal de Política Fiscal, divulgado nesta quarta-feira pelo Banco Central, o esforço de poupança dos municípios ficou em R$ 3,37 bilhões nos últimos 12 meses. No mesmo período imediatamente anterior, estava em R$ 4,1 bilhões.
"Nos municípios, há uma queda [do superávit] a despeito da elevação de receitas. É muito provável, portanto, que a gente tenha aí uma elevação de despesas", disse o chefe do Departamento Econômico do Banco Central, Altamir Lopes.
Em outras ocasiões, Altamir afirmou que não via efeito das eleições nos números divulgados pelo BC. Dessa vez, afirmou que os dados apontam para uma mudança. Segundo ele, todos os número apresentados nesse ano reforçam essa tese.
Mesmo assim, ele preferiu não polemizar sobre a questão. "Eu não posso afirmar que é por causa das eleições, mas também não posso dizer que a eleição não está tendo efeito", disse.
Apesar desse efeito, o governo fechou o período de 12 meses com um superávit primário de R$ 112,6 bilhões, o equivalente a 4,23% do PIB (Produto Interno Bruto). A meta para 2008 é de 3,8%. O resultado vem sendo garantido, principalmente, pelo aumento da arrecadação de impostos.
Fonte: Folhaonline.com.br
Em abril, o setor público fez uma economia para pagar juros de R$ 18,7 bilhões, abaixo do resultado de R$ 23,46 bilhões no mesmo mês do ano passado. O governo central (Tesouro, Previdência e BC) fez um superávit de R$ 16,9 bilhões, e Estados e municípios, de R$ 2,5 bilhões.
Já as estatais apresentaram déficit de R$ 608 milhões, o pior resultado para meses de abril desde 2003. As federais foram as únicas deficitárias. Em 12 meses, as empresas federais fizeram um superávit de R$ 9,5 bilhões, o pior resultado desde dezembro de 2004.
Segundo o relatório mensal de Política Fiscal, divulgado nesta quarta-feira pelo Banco Central, o esforço de poupança dos municípios ficou em R$ 3,37 bilhões nos últimos 12 meses. No mesmo período imediatamente anterior, estava em R$ 4,1 bilhões.
"Nos municípios, há uma queda [do superávit] a despeito da elevação de receitas. É muito provável, portanto, que a gente tenha aí uma elevação de despesas", disse o chefe do Departamento Econômico do Banco Central, Altamir Lopes.
Em outras ocasiões, Altamir afirmou que não via efeito das eleições nos números divulgados pelo BC. Dessa vez, afirmou que os dados apontam para uma mudança. Segundo ele, todos os número apresentados nesse ano reforçam essa tese.
Mesmo assim, ele preferiu não polemizar sobre a questão. "Eu não posso afirmar que é por causa das eleições, mas também não posso dizer que a eleição não está tendo efeito", disse.
Apesar desse efeito, o governo fechou o período de 12 meses com um superávit primário de R$ 112,6 bilhões, o equivalente a 4,23% do PIB (Produto Interno Bruto). A meta para 2008 é de 3,8%. O resultado vem sendo garantido, principalmente, pelo aumento da arrecadação de impostos.
Fonte: Folhaonline.com.br
Estado convoca para o dia 'D' contra a dengue
Com o intuito de chamar toda a população norte-riograndense para entrar na luta contra a epidemia de dengue pela qual o estado está passando desde o início deste ano, o próximo sábado será marcado por uma ação conjunta dos 167 municípios do Rio Grande do Norte. Batizada ‘‘Dia D de combate à dengue’’, a iniciativa foi a forma encontrada pela Secretaria Estadual de Saúde Pública (Sesap) de promover um dia inteiro de ações educativas, em todos os municípios do estado.
A subcoordenadora de educação em saúde da Sesap, Alcinda Melo, afirma que a campanha é necessária para incentivar a população a acabar com os focos do vetor da doença, uma vez que 80% dos criadouros do mosquito Aedes aegypti encontram-se dentro dos domicílios. ‘‘Estamos pedindo para que cada um vasculhe os locais onde moram e onde trabalham. Não podemos achar que o problema sempre está no vizinho’’, destaca.
Fonte: DN Online
A subcoordenadora de educação em saúde da Sesap, Alcinda Melo, afirma que a campanha é necessária para incentivar a população a acabar com os focos do vetor da doença, uma vez que 80% dos criadouros do mosquito Aedes aegypti encontram-se dentro dos domicílios. ‘‘Estamos pedindo para que cada um vasculhe os locais onde moram e onde trabalham. Não podemos achar que o problema sempre está no vizinho’’, destaca.
Fonte: DN Online
Presidente do Senado cumpre agenda quinta e sexta no RN
O presidente do Senado, Garibaldi Alves Filho, chega nesta quinta-feira ao Rio Grande do Norte, onde cumprirá agenda de compromissos no interior do estado.
Nesta quinta o senador participa às 20h de várias solenidades de inauguração de praças na cidade de Mossoró.
Na sexta-feira, Garibaldi Alves marcará presença em jantar no clube de diretores lojistas de Caicó.
Fonte: Assecom/Garibaldi Filho
Nesta quinta o senador participa às 20h de várias solenidades de inauguração de praças na cidade de Mossoró.
Na sexta-feira, Garibaldi Alves marcará presença em jantar no clube de diretores lojistas de Caicó.
Fonte: Assecom/Garibaldi Filho
Para Garibaldi, maior taxação de cigarros e bebidas seria melhor que recriar CPMF
Uma contribuição que ampliasse a taxação de determinados setores da economia, como os de cigarros e bebidas, seria mais adequada para repor a receita perdida com o fim da Contribuição Provisória sobre Movimentação Financeira (CPMF) do que a Contribuição Social da Saúde (CCS) que a Câmara dos Deputados pretende votar ainda nesta quarta-feira (28). A opinião é do presidente do Senado, Garibaldi Alves, expressa nesta quarta-feira (28) quando chegou ao Congresso.
Ao ser indagado se não considera um absurdo o governo querer criar uma nova contribuição quando registra tantos recordes de arrecadação tributária, Garibaldi reconheceu que impor esse novo tributo à sociedade não é justo. Ele também observou que, se aprovada na Câmara, a iniciativa vai gerar intenso debate no Senado, apesar de ser mais fácil aprovar uma contribuição dessas por meio de projeto de lei complementar.
- Eu acho que a solução poderia vir naturalmente da arrecadação ou de uma contribuição que taxasse determinados setores, como bebidas, cigarros e etc. Mas, no Senado, nós poderemos ter a aprovação sem as dificuldades que se registraram quando da votação da antiga CPMF que, inclusive, foi derrotada - disse.
Fonte: Agência Senado
Ao ser indagado se não considera um absurdo o governo querer criar uma nova contribuição quando registra tantos recordes de arrecadação tributária, Garibaldi reconheceu que impor esse novo tributo à sociedade não é justo. Ele também observou que, se aprovada na Câmara, a iniciativa vai gerar intenso debate no Senado, apesar de ser mais fácil aprovar uma contribuição dessas por meio de projeto de lei complementar.
- Eu acho que a solução poderia vir naturalmente da arrecadação ou de uma contribuição que taxasse determinados setores, como bebidas, cigarros e etc. Mas, no Senado, nós poderemos ter a aprovação sem as dificuldades que se registraram quando da votação da antiga CPMF que, inclusive, foi derrotada - disse.
Fonte: Agência Senado
Agricultores do RN fazem passeata cobrando o governo
Cerca de 1.500 agricultores familiares vindos de 42 municípios do Rio Grande do Norte fizeram uma passeata nesta quarta para cobrar do governo do Estado o cumprimento de acordos já firmados na área de habitação e reivindicar novas ações. A manifestação foi parte da IV Jornada de Luta da Agricultura Familiar Potiguar.
Os manifestantes saíram às 9h da Rua Piancó, em Cidade da Esperança, e seguiram em direção à Governadoria com faixas, bandeiras e dois carros de som, ocupando toda a via da Avenida Capitão-Mor Gouveia. O trânsito no local foi organizado por dois batedores da Secretaria de Transporte e Trânsito Urbano (STTU) e por quatro viaturas do Comando da Polícia Rodoviária Estadual (CPRE).
A governadora Wilma de Faria e secretários receberam uma comissão formada por 10 representantes da Federação dos Trabalhadores e Trabalhadoras da Agricultura Familiar do Rio Grande do Norte (Fetraf-RN) e da Cooperativa de Habitação para Agricultores Familiares (Cooperhaf-RN).
Na pauta de discussões, os representantes apresentaram 31 pontos de reivindicação, para as áreas de reforma agrária, assistência técnica, habitação, saúde, educação, apoio á produção e comercialização além de questões relacionadas às enchentes. ``Hoje estamos percebendo que somos agricultores, mas também somos gente e queremos viver com dignidade'', disse a coordenadora de mulheres da Fetraf-RN, Maria Cícera Franco.
``Nossa principal reivindicação é o cumprimento por parte do governo estadual do convênio com a Cooperhaf-RN para construção de casas populares que foi firmado em 2007'', informou a secretária da Cooperhaf-RN, Yara Rocha. ``Também queremos que a governadora assine o termo de compromisso para construção de mais casas em 2008'', completou.
No total, 198 famílias deveriam ser beneficiadas pelo convênio firmado com governos Federal e Estadual em 2007. O programa prevê a construção de casas em 19 municípios do Estado, nas regiões do Trairi, Potengi, Alto Oeste, Mato Grande e região canavieira. Cada casa terá 45 metros quadrados e oito compartimentos, incluindo pomar e jardim. De acordo com o convênio, para cada casa o governo federal deveria entrar com a quantia de R$ 5.000, e o governo estadual com R$ 2.500. Mas por enquanto, apenas o governo federal liberou os recursos.
Das 198 casas, 80 já começaram a ser construídas e apenas 20 tiveram as obras concluídas. Para terminar o restante das obras, os agricultores familiares estão aguardando os recursos do governo do estado.
Na pauta de reivindicações, também está o cumprimento do convênio para 2008, que já foi firmado junto ao governo federal. Este ano, mais 516 casas devem ser construídas em 32 municípios. A Fetran também já começou as negociações para firmar o mesmo convênio nos próximos anos, até 2010.
Fonte: DN Online
Os manifestantes saíram às 9h da Rua Piancó, em Cidade da Esperança, e seguiram em direção à Governadoria com faixas, bandeiras e dois carros de som, ocupando toda a via da Avenida Capitão-Mor Gouveia. O trânsito no local foi organizado por dois batedores da Secretaria de Transporte e Trânsito Urbano (STTU) e por quatro viaturas do Comando da Polícia Rodoviária Estadual (CPRE).
A governadora Wilma de Faria e secretários receberam uma comissão formada por 10 representantes da Federação dos Trabalhadores e Trabalhadoras da Agricultura Familiar do Rio Grande do Norte (Fetraf-RN) e da Cooperativa de Habitação para Agricultores Familiares (Cooperhaf-RN).
Na pauta de discussões, os representantes apresentaram 31 pontos de reivindicação, para as áreas de reforma agrária, assistência técnica, habitação, saúde, educação, apoio á produção e comercialização além de questões relacionadas às enchentes. ``Hoje estamos percebendo que somos agricultores, mas também somos gente e queremos viver com dignidade'', disse a coordenadora de mulheres da Fetraf-RN, Maria Cícera Franco.
``Nossa principal reivindicação é o cumprimento por parte do governo estadual do convênio com a Cooperhaf-RN para construção de casas populares que foi firmado em 2007'', informou a secretária da Cooperhaf-RN, Yara Rocha. ``Também queremos que a governadora assine o termo de compromisso para construção de mais casas em 2008'', completou.
No total, 198 famílias deveriam ser beneficiadas pelo convênio firmado com governos Federal e Estadual em 2007. O programa prevê a construção de casas em 19 municípios do Estado, nas regiões do Trairi, Potengi, Alto Oeste, Mato Grande e região canavieira. Cada casa terá 45 metros quadrados e oito compartimentos, incluindo pomar e jardim. De acordo com o convênio, para cada casa o governo federal deveria entrar com a quantia de R$ 5.000, e o governo estadual com R$ 2.500. Mas por enquanto, apenas o governo federal liberou os recursos.
Das 198 casas, 80 já começaram a ser construídas e apenas 20 tiveram as obras concluídas. Para terminar o restante das obras, os agricultores familiares estão aguardando os recursos do governo do estado.
Na pauta de reivindicações, também está o cumprimento do convênio para 2008, que já foi firmado junto ao governo federal. Este ano, mais 516 casas devem ser construídas em 32 municípios. A Fetran também já começou as negociações para firmar o mesmo convênio nos próximos anos, até 2010.
Fonte: DN Online
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