quarta-feira, 18 de julho de 2007

Falta d'água causa transtornos aos moradores da Rua Artur Bernardes



Escassez de água não é problema exclusivo dos que residem na zona rural. A falta d'água tem sido um problema constante para os moradores do bairro Bom Jardim, em Mossoró. A rua Artur Bernardes é uma das áreas mais atingidas e que a falta de abastecimento é mais freqüente, fato que tem causado sérios transtornos. Carregar água em baldes para suprir as necessidades principais tem sido ação comum dos que moram na rua.

As ligações feitas pelos moradores para a Companhia de Águas e Esgotos do Rio Grande do Norte (Caern) informando sobre o problema não tem resolvido a situação. Segundo informações dos que residem na rua além da demora o fornecimento da água, quando a companhia resolve liberar a água, não vem com força suficiente para encher as caixas. "A gente fica aparando em baldes", disse a dona de casa Maria das Graças Souza. Para água subir para caixa ela tem que utilizar um motor, o que segundo ela é outro gasto a mais já que aumenta o fluxo de energia. Além disso, Maria das Graças informa que quando em uma casa está sendo utilizado o motor o fluxo de água da residência vizinha tende diminuir. Ou seja, são vários os transtornos em conseqüência da falta d'água. "Problemas dessa natureza já são antigos aqui na rua Artur Bernardes, nunca é resolvido de forma definitiva", lamenta.

Para os que possuem grandes reservatórios a situação não é tão grave. Mas para os que só possuem apenas a caixa d'água, tem que contar com ajuda dos vizinhos.

Falta de diálogo marca a paralisação dos professores

Depois de oito dias de paralisação, 400 mil alunos prejudicados, a situação da greve toma a seguinte forma: pouca conversa e muitos impasses. A Secretaria de Educação e Cultura (Seec) afirma estar tomando todas as medidas para a melhoria das reivindicações dos profissionais, porém o sindicato afirma não ver nenhuma das suas solicitações atendidas.

Apesar de sempre gerar conflitos, quase todas as greves são feitas com propósito de abrir-se um diálogo. No caso da educação, o jogo de empurra não permite que se entenda a posição da secretaria frente a solicitações do sindicato. Os dois lados se dizem atacados.

Na semana passada a assessoria da Seec informou que muitos dos vários pedidos feitos pelos grevistas estavam sendo atendidos, até porque existiram inúmeras reuniões entre as partes antes da greve. De acordo com a secretária da educação, Ana Cristina de Medeiros, uma das principais pautas dos professores era a convocação de novos profissionais, então 400 docentes estão sendo encaminhados imediatamente às salas de aula. Com esses novos profissionais, já chega a 2.640 o número de concursados de 2005 nomeados pelo Governo, quase 70% do total de aprovados.

O estado também autorizou a promoção de 652 docentes, que passaram de nível médio para nível superior, com salário base de R$ 868,00 para 30 horas semanais de trabalho e as demais vantagens. Todos os processos até 2006 foram zerados, o que representou um impacto de R$ 110 mil por mês à folha de pagamento da Educação.

Fátima Cardoso, coordenadora geral do Sinte, afirma não ter conseguido nenhum diálogo com a Secretaria de Educação. Ela acredita que o quadro de solicitações ainda não foi devidamente atendido pelo Estado. Fátima está tentando uma audiência diretamente com a governadora Wilma de Faria.

Em relação aos convocados do concurso de 2005, o sindicato disse não estar conformado com a convocação, porque muitos concursados ainda não foram chamados, dos 1.698, apenas uma parte já está no quadro de funcionários e não se pode esquecer o restante. No caso do reajuste salarial, que passava o docente para receber salário como nível superior, foi apenas para quem entrou pelo concurso de 2000. Existe atualmente um quadro de 12 mil educadores, que não recebem de acordo com sua graduação por serem servidores antigos.

A agenda do Sindicato dos Trabalhadores em Educação (Sinte) está lotada para hoje. Durante a manhã uma panfletagem, na Zona Norte, foi feita para apresentar a população às reivindicações feitas ao governo. Às 14h os grevistas se reuniram em assembléia, na Escola Estadual Winston Churchill, para avaliar a situação da greve, após a reunião o sindicato deve sair em caminhada pelas ruas do centro da cidade.

Veja como foi o acidente com vôo 3054 da TAM em São Paulo

O vôo 3054 da TAM com passageiros a bordo derrapou na noite de terça-feira (17), quando pousava no aeroporto de Congonhas (zona sul de São Paulo) e bateu contra um depósito da empresa que fica do lado oposto da avenida Washington Luís (zona sul de São Paulo). O choque provocou um incêndio de grandes proporções.


Veja abaixo como foi o acidente.

terça-feira, 17 de julho de 2007

Avião bate em depósito da TAM em Congonhas


Um avião da TAM que transportava 170 passageiros sofreu um acidente quando pousava em Congonhas na noite desta terça. A aeronave, um airbus A320, derrapou na pista, atravessou a avenida Washington Luiz e se chocou contra um posto de combustíveis de bandeira Shell e um depósito de cargas da própria TAM. O acidente causou um grande incêndio, e o fogo consome neste momento o depósito, que fica na rua Otávio Tarquino de Souza, perto do aeroporto. O prédio corre risco de desabamento.
O vôo JJ 3054 vinha de Porto Alegre, de onde decolou às 17h16. Ainda não há um balanço oficial sobre o número de vítimas. Segundo os bombeiros, pelo menos seis feridos já foram resgatados. Há duas vítimas identificadas, ambas atendidas no Hospital Alvorada, em Moema: Eduardo Silva Teixeira, de 35 anos, é funcionário da TAM, estava no prédio atingido e foi atendido com abalo emocional. A segunda vítima atendida pelo hospital é Lilian Souza, de 22 anos, com escoriações leves. De acordo com a assessoria de imprensa, o hospital reforçou sua equipe de plantão para atender novos feridos.
A TAM não consegue ainda determinar a extensão dos danos, nem a existência de vítimas. Mas informa que disponibilizou um número de chamadas gratuitas para atender aos familiares dos passageiros e tripulantes deste vôo: 0800 117900. O número, no entanto, não dá conta da demanda.
O aeroporto de Congonhas está fechado para pousos e decolagens desde as 18h45, e os vôos estão sendo redirecionados para Cumbica.
Pelo menos 20 equipes do Corpo de Bombeiros trabalham para controlar o incêndio, e dezesseis ambulâncias estão no local. Segundo informações preliminares, cinco funcionários da TAM estariam presos dentro de um elevador do depósito da companhia aérea.
De acordo com Companhia de Engenharia de Tráfego (CET), a avenida Washington Luis está interditada nos dois sentidos na altura da rua Otávio Tarquino de Souza. A avenida 23 de Maio também está fechada. A interdição causa cerca de cinco quilômetros de congestionamento no local.
O presidente Lula convocou uma reunião com os ministros Franklin Martins, Walfrido Mares Guia e Dilma Roussef para discutir o assunto.
Ontem, outro avião derrapou após pousar na recém reformada pista principal do aeroporto, o que causou a suspensão das operações em Congonhas. O avião parou de bico na área de grama.
Comunicado da TAM:
A aeronave da TAM Airbus A320, vôo JJ 3054, que partiu de Porto Alegre, às 17h16, com destino ao aeroporto de Congonhas (SP), sofreu acidente no pouso no aeroporto em São Paulo.
Neste momento não podemos determinar a extensão dos danos ou de possíveis lesões sofridas pelos ocupantes do avião, passageiros e tripulantes. Uma equipe da TAM já está no local e outros técnicos da companhia estão a caminho. A assistência de emergência também está sendo prestada pelo Corpo de Bombeiros, Infraero e outras autoridades aeronáuticas.
A TAM já ativou seu Programa de Assistência às Vítimas e Familiares e disponibilizou um número de chamadas gratuitas voltado para o atendimento aos familiares dos passageiros e tripulantes deste vôo: 0800 117900.
Qualquer outra informação relevante será comunicada imediatamente pela TAM.

Agricultura divulga cursos que serão promovidos durante a Festa do Bode

A Gerência de Agricultura e Recursos Hídricos divulgou, a relação de cursos para criadores, durante a Festa do Bode 2007. São sete treinamentos, sem nenhum custo para os participantes. O gerente de Agricultura, Gilberto Jales, informa que os criadores podem realizar sua inscrição no Centro de Comercialização de Animais Armando Buá, conhecido como Mercado do Bode, mediante a doação de um quilo de alimento não-perecível.

Os cursos, além da caprinocultura, englobam a bovinocultura, turismo, corte de carnes e o manejo de animais. “É uma contribuição que está sendo dada aos criadores, para melhorar as condições dos rebanhos de bovinos e caprinos na região”, explica Gilberto Jales.

CURSOS PRÉ-EVENTO
Curso: Bovinocultura
Instrutor: CanindéPeríodo:
De 23 a 27 de julho
Local: Sala de aula do prédio central da UFERSA.

Curso: Caprinocultura
Instrutor: Carlos Henrique
Período: De 24 a 27 de julho
Local: Sala de aula do prédio central da UFERSA.

Curso: Turismo Rural
Instrutor: Maria de Fátima Resende
Período: De 23 a 27 de julho
Local: Sala de aula do prédio central da UFERSA.

Curso: Alimentação Alternativa
Instrutor: Lucélia Sena
Período: 23 a 27 de julho
Local: Agência do Trabalho II

Curso: Casqueamento e Apresentação de Animais
Instrutor: Arlindo Dantas
Período: 27 a 28 de julho
Local: Mercado do Bode

Curso: Cortes e Embutidos da Carne Caprina
Instrutor: Lívia Christianne Vasconcelos Macedo
Período: 24 a 26 de julho
Local: Agência do Trabalho I

Curso: Cortes Nobres de Carne
Instrutor: Ronaldo Pontes Dias
Período: 28 de julho
Local: Mercado do Bode

ROSALBA TENTA REATIVAR VÔOS PARA MOSSORÓ


A senadora Rosalba Ciarlini conversou na semana passada como diretor comercial da BRA Linhas Áereas, Walter Foleggati, sobre areativação dos vôos comerciais para o aeroporto Dix-sept Rosado, emMossoró. “A resposta que recebemos foi bastante animadora”, adiantou aparlamentar.
Rosalba afirmou que a BRA reconhece a viabilidade da linha aérea,assegurando que o único empecilho para que os vôos voltem a ocorrer é asegurança. O aeroporto precisa de um muro de proteção e cerca elétrica.Com essas duas exigências, o pouso e decolagem de aeronaves para SãoPaulo e outras capitais acontecerão, sem qualquer dificuldade. Asaeronaves fariam escalas novamente em Natal e Fortaleza, facilitando aviagem para outros centros brasileiros.
O resultado desse novo contato com a BRA já foi comunicado àprefeita Fafá Rosado. “Disse à prefeita que precisamos retomar essaluta e para isso devemos unir forças para assegurar os vôoscomerciais”, reforçou a senadora, para quem que a inauguração doshopping e a consolidação do Distrito Industrial reforçam a necessidadede linhas aéreas, somando-se a potencialidade econômica da região.
Rosalba, que defende a construção do Aeroporto de São Gonçalo eampliação do Augusto Severo, em Parnamirim, considera que ofuncionamento do aeroporto Dix-sept Rosado impulsionará odesenvolvimento do RN, com inclusão de Mossoró na rota do turismo.

segunda-feira, 16 de julho de 2007

Presidente ainda não sabe se participa do encerramento do Pan, diz ministro

O ministro do Esporte, Orlando Silva Jr., disse hoje que não sabe ainda se o presidente Luiz Inácio Lula da Silva vai participar da cerimônia de encerramento do Pan-Americano do Rio, marcada para o próximo dia 29. Lula foi vaiado na abertura do evento, realizada na sexta-feira passada, no Maracanã.

O ministro negou, segundo seus assessores, que a falta de confirmação de Lula nos próximos eventos do Pan tenha relação com as vaias da cerimônia de abertura.

Orlando Silva afirmou, segundo seus assessores, que é difícil montar a agenda do presidente e que por isso Lula ainda não confirmou participação na cerimônia de encerramento.

Lula usou seu programa semanal de rádio para afirmar que ficou muito "triste" com o episódio. "A vaia e o aplauso são dois momentos de reação do ser humano. A única coisa que eu, particularmente, fico triste é que eu fui preparado para uma festa. É como se eu fosse convidado para o aniversário de um amigo meu, chegasse lá e encontrasse um grupo de pessoas que não queria a minha presença lá", desabafou Lula.

Aliados de Lula atribuem as vaias ao que chamam de "orquestração política" articulada pelo prefeito do Rio de Janeiro, César Maia (DEM). "A vaia não foi algo natural. Foi algo construído. É evidente que alguém armou para o presidente ser vaiado", disse o deputado federal Dr. Rosinha (PT-PR).

Sem atribuir diretamente a culpa pelas vaias a Maia, o deputado petista questionou o fato do prefeito do Rio ter sido aplaudido na mesma cerimônia. "É estranho que o prefeito, com todos os problemas da sua administração, tenha sido aplaudido."